EDUCAÇÃO PERMANENTE: UMA ESTRATÉGIA PARA DAR VISIBILIDADE AOS RISCOS FÍSICOS E BIOLÓGICOS

Conteúdo do artigo principal

Francine Lima Gelbcke
Rita de Cássia Flôr
Rosani Ramos Machado

Resumo

Este artigo tem por objetivo refletir sobre a invisibilidade dos riscos biológicos e de radiação ionizante no processo de trabalho nos Serviços de Radiologia e Diagnóstico por Imagem e no Centro de Material e Esterilização vislumbrando a Educação Permanente (EP) como uma estratégia que pode dar visibilidade a estes riscos. O corpus teórico constituiu-se de levantamento bibliográfico nas bases de dados da LILACS, MEDLINE, SCIELO, COCHRAINE, portal de teses da CAPES, além de pesquisas de forma não tão sistemática em livros e periódicos on line. Observou-se que os setores em foco não têm, perante os administradores e trabalhadores, a importância merecida, mesmo sendo áreas que influem diretamente na qualidade da assistência prestada e que expõem trabalhadores, principalmente, a riscos físicos de radiação ionizante e biológicos.

Detalhes do artigo

Como Citar
Gelbcke, F. L., Flôr, R. de C., & Machado, R. R. (2009). EDUCAÇÃO PERMANENTE:: UMA ESTRATÉGIA PARA DAR VISIBILIDADE AOS RISCOS FÍSICOS E BIOLÓGICOS. Revista De Saúde Pública De Santa Catarina, 2(1). Recuperado de https://revista.saude.sc.gov.br/index.php/files/article/view/10
Seção
Artigos
Biografia do Autor

Francine Lima Gelbcke

Doutora em Enfermagem. Professora do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem UFSC. Membro do Grupo de Pesquisa em Saúde, Trabalho e Cidadania – PRAXIS.

Rita de Cássia Flôr

Doutoranda do programa de pós-graduação em Enfermagem da UFSC, docente do CEFET/SC. Membro do Grupo de Pesquisa em Saúde, Trabalho e Cidadania – PRAXIS.

Rosani Ramos Machado

Doutoranda do programa de pós-graduação em Enfermagem da UFSC, docente do Curso de Graduação em Enfermagem UNIVALI/Campus Biguaçu. Enfermeira da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina. Membro do Grupo de Pesquisa em Saúde, Trabalho e Cidadania – PRAXIS.