Prevalência de Distúrbios Osteomioarticulares e Algias em Fisioterapeutas

Jakeline Pereira de Lima, Aleson Pereira de Sousa, Everson Vagner de Lucena Santos, André Luiz Dantas Bezerra, Milena Nunes Alves de Sousa

Resumo


Objetivou-se identificar a prevalência de distúrbios osteomioarticulares e algias em fisioterapeutas decorrentes da atuação profissional. Foi realizada pesquisa do tipo aplicada, descritiva, quantitativa. A amostra foi constituída por 38 fisioterapeutas que atuavam numa instituição de ensino superior em um município do interior da Paraíba. A amostragem foi do tipo não probabilística, por conveniência, com aplicação de instrumento, no período de agosto a setembro de 2012. Os dados foram analisados, utilizando o programa estatístico Statistical Packaget Social Science, versão 18.0. Os resultados indicaram que 92,1% dos participantes da pesquisa possuem uma ou mais queixas de distúrbios osteomioarticulares, 18,4% já se ausentaram do trabalho em decorrência de lesão, 50% afirmaram que sua atividade laborativa é influenciada por uma ou mais das queixas, ainda nesse contexto verificou-se que 26,3% da amostra não praticam exercício físico como forma de prevenção, e as principais queixas dos fisioterapeutas são dor, desconforto e/ou tensão muscular, tendinite, desvio postural, protusão discal, hérnia de disco, bursite, e instabilidade articular. A pesquisa indicou alta prevalência de distúrbios osteomioarticulares e algias em fisioterapeutas decorrentes da atuação profissional. O quadro demanda ações preventivas em prol do autocuidado.


Palavras-chave


Saúde do trabalhador; Transtornos traumáticos cumulativos; Fisioterapia.

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ISSN: 2175-1323 - R. Saúde públ. Santa Cat. Florianópolis, Santa Catarina - Brasil